Malha fina: as 7 inconsistências que mais derrubam o IR
Cair na malha fina do IR atrasa a restituição em meses e pode virar autuação. A Receita usa cruzamento automático: bancos, corretoras, empregadores, planos de saúde e cartórios entregam dados que devem bater com sua declaração. Pequenas inconsistências bastam para travar tudo.
As 7 armadilhas mais comuns
A maior parte dos contribuintes parados em malha fina caiu em um destes pontos:
- Omitir rendimentos de uma segunda fonte pagadora (frila, aluguel, Uber)
- Informar despesa médica sem recibo válido ou com CPF errado
- Lançar mais dependentes do que o permitido (filho em comum só de um lado)
- Esquecer ganho na venda de imóvel ou ação acima de R$ 20 mil/mês
- Declarar pensão alimentícia informal (sem decisão judicial)
- Errar o saldo de conta bancária ou aplicação em 31/12
- Não informar rendimentos isentos relevantes (FGTS sacado, indenização trabalhista)
Como conferir antes de transmitir
Use a pré-preenchida sempre que puder e cruze cada linha com seus extratos. Se algo divergir, peça o informe de rendimentos corrigido para a fonte. Outra etapa é abrir o e-CAC e conferir o "Extrato da DIRPF" depois do envio — em geral em até 72h ele aponta inconsistências. Antes de bater o Transmitir, simule a declaração em PDF e leia linha a linha.
Como o Despezzas ajuda
O relatório por categoria mostra todas as entradas do ano: aluguel, vendas, freelance, dividendos. Cruze com o que aparece na pré-preenchida — se faltar algo na sua declaração, você corrige antes de enviar e evita a malha.
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