Financiar a faculdade do filho em 2026: além do FIES
Financiar a faculdade do filho em 2026 é planejar com mais de uma rota aberta. FIES, PROUNI, financiamento privado, bolsa de mérito e investimento próprio formam o cardápio — e a melhor estratégia raramente é apostar em uma única alternativa.
FIES em 2026: o que mudou
O FIES exige nota mínima no Enem (geralmente 450 pontos com nenhuma nota zerada) e comprovação de renda familiar dentro do teto do programa. A carência é estendida e o juro é baixo, mas a aprovação depende de seleção semestral concorrida. Não dá para tratar como plano A garantido — é plano B condicionado.
PROUNI e bolsa de mérito
PROUNI oferece bolsa integral ou parcial via Enem para famílias dentro do teto de renda. Em paralelo, várias instituições privadas mantêm programa de bolsa por mérito acadêmico — descontos de 30% a 100% para quem tira nota alta no vestibular ou Enem. Vale pesquisar antes de assumir que só FIES atende.
Financiamento privado e CET
- Compare CET (custo efetivo total), não a taxa nominal
- Programas como Educa Mais Brasil e P-FIES privado têm condições específicas
- Crédito estudantil de banco grande costuma exigir co-responsável adulto
- Evite financiar 100% — entrada própria reduz o juro e o risco
O plano próprio: Tesouro IPCA+
Para quem tem 10 ou mais anos até a faculdade, Tesouro IPCA+ longo é o veículo mais transparente. Com R$ 250 mensais por 15 anos, o saldo passa fácil de R$ 100 mil em valor presente — suficiente para boa parte das graduações privadas ou para garantir a primeira metade do curso.
Como o Despezzas ajuda
Crie a meta "Faculdade — 2042" no Despezzas e acompanhe mês a mês quanto falta. A meta entra no painel principal e qualquer entrada extra (13º, restituição de IR, bônus) pode ser direcionada manualmente com um toque. Sem planilha paralela.
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